EM ABRIL


CICLOS DE MÚSICA

HÁRTISTAS NO BAIRRO #2


NI! // URSA SOLAR

4 DE ABRIL ÀS 21H

A freguesia da Penha de França é um território vivo, feito de encontros, histórias e de uma surpreendente diversidade artística. Com o desejo de dar voz e visibilidade a quem cria música dentro da comunidade, nasce o Ciclo Hártistas no Bairro, um projeto que convida a conhecer e celebrar os talentos locais. A Open Call Artistas da Penha, destina-se a músicos e bandas que residam na freguesia.

O objetivo é simples e claro: descobrir quem são os criadores e criadoras que dão som à Penha de França e proporcionar-lhes um palco para partilhar a sua arte com todos.

 
ARTISTA EM RESIDêcia

ALEX GRINDULIS


18 DE ABRIL ÀS 21H


Um dos vencedores da Open Call Bolsa de Criação: Alex Grindulis é Meio galês, meio letão e há cinco anos a tornar-se português, Alex é um multi-instrumentista com experiência em composição, escrita e performance de música ao vivo. O seu trabalho está enraizado nas rápidas mudanças globais e ambientais nas injustiças económicas.

 
concerto de abertura ARTISTA EM RESIDÊNCIA

ROQUE


18 DE ABRIL ÀS 21H


Um dos vencedores da Open Call Artistas da Penha: Roque é um projeto nasceu da vontade do guitarrista João Roque em compor e tocar música original que integrasse as suas influências da música rock e do jazz mas, simultaneamente, envolvesse o lirismo das canções folk e o paisagismo e frugalidade da música para cinema. Daqui resulta uma estética particular onde se fundem melodias cativantes e ambientes sonoros com forte componente imagética.

 
FORA DE PORTAS

UMA CARTA PARA O FIM DOS TEMPOS


REBECA CSALOG

18 DE ABRIL ÀS 16H | PALÁCIO FRONTEIRA

A partir de um desafio lançado pela Casa Cheia | Espaço de Pesquisa Artístico, Rebeca Csalog convidou a filósofa e investigadora Camila Lobo para criar um espectáculo onde se confronta a possibilidade do fim dos tempos através de narrativas textuais e musicais, num gesto de memória e resistência às ameaças que caracterizam o actual momento histórico. A harpa surgiu como veículo de reflexão, criando um espaço sonoro a partir do qual se interroga o presente.

Este recital surge dessa residência artística, e da pesquisa musical que dela resultou, trazendo para o Palácio Fronteira uma versão apenas instrumental do espectáculo criado nesse contexto. Todas as peças foram transcritas, adaptadas ou arranjadas para harpa solo por Rebeca Csalog.